sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Dá que pensar!
domingo, 24 de outubro de 2010
TRANSPLANTES

sábado, 19 de junho de 2010
UNHA E CARNE: não há leitores sem escritores, nem escritores sem leitores

Concorde-se ou não com as opções políticas ou religiosas, independentemente de tudo isso, José Saramago permanece, para além da sua contingência, como figura ímpar de escritor e homem de letras.
O seu passamento, ontem ocorrido, fará assentar o pó das querelas e a poeira das polémicas, fazendo emergir, cada vez mais límpida, cada vez mais nítida, a sua obra literária.
Criador de um estilo próprio, urdiu tramas consistentes, construiu histórias e narrativas cativantes, ergueu um monumento literário, embora nem sempre de fácil "digestão".
O prémio Nobel em literatura, que recebeu, constituiu simultaneamente uma justa homenagem à sua obra e um reconhecimento ao valor da língua portuguesa como veículo de partilha cultural nas quatro partidas do mundo.
Ele escreveu. Importa lê-lo e (re)lê-lo.
sexta-feira, 4 de junho de 2010
Uma caminhada de se lhe tirar o chapéu!
De
Esta caminhada uniu, em percurso pedestre, a escola-sede do Agrupamento com todas as cinco escolas EB1/JI, num trajecto pelas ruas e caminhos da vila de Alfena. Foi um cortejo colorido, no dia do “Arco-Íris”, com cada participante ostentando um chapéu por si decorado, vibrante de cor e de imaginação esfuziante. Os alunos das turmas do 5º, 6º, 7º e 8º anos, acompanhados por professores, assistentes técnicos e técnicos operacionais, numa perfeita simbiose de corpo organizado e vivo.
Longa fila coleante espalhando alegria e colorido, chamando as pessoas ao encontro com a contagiante mole de alunos e acompanhantes. Para cada aluno, além do mais, foi um regressar à sua escola de origem, um voltar a palmilhar caminhos passados mas marcantes. A escola do Barreiro, de Cabeda, do Lombelho e da Codiceira aplaudiram o cortejo e participaram, à sua maneira, e, finalmente, a escola do Xisto recebeu-nos, braços e coração abertos, para refazermos as forças com o almoço e um merecido descanso. As canções de boas-vindas com que nos receberam, uniram o grupo ainda mais. E houve ainda tempo para brincar!...
Depois, foi o regresso à escola-sede, contagiando com a mesma alegria e boa disposição os caminhos por onde passávamos e as pessoas que se aproximavam.
Foi um dia magnífico que corporizou um Agrupamento que, embora repartido por seis escolas, forma um todo activo e multifacetado.
Estando todos de parabéns, não podemos deixar de salientar o Departamento de Expressões, alma e dinamizador de tão bela actividade.
sábado, 3 de outubro de 2009
Ser verdadeiro num mundo de aparências!...
Não sei quantas pessoas ontem (02.Outº.2009), ao verem a sessão do concurso “Jogo Duplo” se terão interrogado sobre um aspecto aparentemente sem importância, mas profundamente revelador de um ambiente de aparências, de máscaras, de simulações. Aquele jogo supõe o “bluff”. E, naquela sessão, um dos concorrentes apresentou-se como padre. Os outros concursantes não o tomaram como tal. E ele foi dizendo, em cada momento o que ia sentindo. E afirmava que estava a dizer a verdade. Mas não o tomavam a sério. E chegou-se à final. Ele disse que ia carregar no botão. E fê-lo. Mas o outro concorrente, pensando ser mentira, antecipou-se e carregou também. O concorrente António (no caso, o padre) acabou por ganhar a sessão tendo estado sempre em último lugar! O outro concorrente, o Almiro, ficou estupefacto, pois ele tinha sido, durante todo o concurso, quem se encontrava em primeiro lugar. E ele disse que, de facto, nunca acreditara no que o António dissera. Ou seja, neste mundo de aparências, dizer a verdade não é inteiramente expectável. Parece preferirmos a mentira ou a meia-verdade. Medo de chocarmos ou outros? Medo que também eles nos confrontem com a verdade? As águas estagnadas parecem ser o nosso elemento… esquecendo-nos que só a corrente vigorosa da verdade nos libertará.
terça-feira, 7 de julho de 2009
Laureano Barros: rectidão, verticalidade, Homem

Impossível ficar indiferente ante a grandeza de um Homem como Laureano Barros, de quem poucos ouviram falar. No Público de Domingo passado, dia 5 de Julho de 2009, na secção P2 (Cultura), há um suculento texto de Paulo Moura. Vale a pena lê-lo e digeri-lo. Ficaremos mais enriquecidos.
Procura-o em: http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390333&idCanal=14
Não darás o teu tempo por desperdiçado.